terça-feira, 22 de outubro de 2013

Detentos pulam alambrado e fogem de Penitenciária em Jardinópolis / SP



Dois detentos fugiram na noite de domingo (20) do Centro de Progressão Penitenciária (CPP) de Jardinópolis (SP). Segundo a assessoria da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), os internos do regime semiaberto pularam o alambrado e fugiram em direção a um canavial nos fundos do prédio. Até o momento, nenhum dos fugitivos foi encontrado.

A SAP informou que a fuga ocorreu por volta das 20h, quando os dois detentos – que não tiveram as identidades reveladas - foram vistos correndo em direção ao alambrado nos fundos da unidade. Os agentes de segurança acionaram o alarme das torres de controle da penitenciária, e correram até o local para tentar interceptar os presos, que conseguiram chegar a um canavial e fugiram.
Mesmo com as tentativas de captura realizadas pelos agentes penitenciários e pela Polícia Militar, ninguém foi encontrado.

De acordo com a SAP, as unidades penais de regime semiaberto não possuem vigilância armada por parte dos agentes penitenciários e também não são cercadas por muralhas.
Por meio da assessoria, a secretaria informou que foi solicitada à autoridade judiciária a suspensão do regime semiaberto dos detentos. A SAP afirmou que vai apurar se houve falta disciplinar e se a fuga os teria sido facilitada por funcionários da unidade.


fonte: G1


sábado, 19 de outubro de 2013

Estado vai construir quarta penitenciária em Lavínia


O município de Lavínia, que tem população estimada de aproximadamente 8,7 mil habitantes e que já abriga três penitenciárias, deve ganhar mais uma unidade prisional construída pelo governo do Estado. O prédio deve ser construído em um  terreno  em frente à P1 (Penitenciária 1 Vereador Frederico Geometti), que fica no quilômetro 3 da estrada Lavínia/Tabajara, no bairro rural Perobal. A informação foi confirmada ontem pela administração municipal, depois que a SAP (Secretaria de Administração Municipal) publicou um requerimento à Cetesb (Companhia Ambiental do Estado) solicitando licença ambiental para a nova unidade prisional.

 De acordo com a publicação, feita na quinta-feira, os pedidos de licença ambiental são para unidades a serem construídas em Paulo de Faria, Lavínia, Caiuá, Nova Independência e Gália. Para requerer as licenças o Estado já apresentou os estudos de impacto ambiental das construções. Os interessados têm prazo de 15 dias a partir da publicação para manifestações, que devem ser protocoladas no Departamento de Avaliação de Impacto Ambiental da companhia, em São Paulo.

A Folha da Região  entrou em contato com a Prefeitura de Lavínia, que confirmou que o Departamento de Obras do Estado já analisou a área que receberá a nova penitenciária, elaborou o estudo ambiental e vai fazer a desapropriação para construção do empreendimento. A administração municipal afirma que apesar de a maioria dos municípios ser contrária à construção de penitenciárias, Lavínia é uma das poucas cidades que vê com bons olhos o investimento e aprova a implantação de unidades prisionais. Ainda de acordo com a Prefeitura, o empreendimento agrega benefícios econômicos para a cidade.


fonte: Folha da Região
créditos: Lázaro JR

domingo, 13 de outubro de 2013

Celular na prisão custa até R$ 25 mil



O crime organizado criou um sistema de comunicação alternativo ao telefone celular para manter os negócios em funcionamento sem a interferência da polícia e do MPE (Ministério Público Estadual). É o chamado "bate-bola" — envio de mensagens de dentro do presídio para as ruas. O sistema é dominado por integrantes da cúpula da facção que exercem a função de "sintonia da rua", ou seja, mantém a coesão e a ordem segundo as normas da facção entre presos ou bandidos livres.

De acordo com as investigações do MPE, os criminosos da cúpula mandariam "pipas" para as ruas, como são chamados os bilhetes por meio de mulheres, as pontes. "Essas mulheres levam semanalmente os bilhetes ocultos nos órgãos genitais para dentro dos presídios e após a "visita" trazem a resposta para os comandados na rua", afirmaram os 23 promotores de todos os Gaeco (Grupos de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) no Estado de São Paulo.

Para manter o fornecimento de celulares nas cadeias, a facção comprou um "portal", como os detentos chamam os detectores de metal iguais aos usados por bancos. O objetivo era fazer testes para encontrar uma forma de passar telefone pelo detector sem o aparelho ser percebido.

A operação, aparentemente custosa, tinha como objetivo diminuir os gastos da facção, pois agentes corruptos estavam pedindo até R$ 25 mil para deixar entrar um único telefone na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, onde está presa a maioria da cúpula do PCC.

Se há a necessidade de contato mais rápido, os bandidos mobilizam advogados que servem de pombo-correio para o crime.

fonte:  R7


sexta-feira, 11 de outubro de 2013

PCC: como funciona a facção, sua cúpula e influência



Organograma PCC



Facção faz 'censo' e mapeia membros


Com base nos documentos apreendidos com a facção criminosa durante os três anos e meio de investigação, o Ministério Público Estadual (MPE) montou o organograma da facção e obteve o "censo" do Primeiro Comando da Capital (PCC), feito pelo setor da organização denominado Sintonia Geral dos Outros Estados.

Por meio do censo foi possível verificar que os dois Estados, além de São Paulo, onde a facção tem o maior número de adeptos são Paraná e Mato Grosso do Sul. No primeiro, o PCC tem 626 integrantes, dos quais 545 estão detidos - destes, 20 são originários de São Paulo.

A forte presença da facção no Paraná tem dois motivos principais. O primeiro é histórico. Nos anos 1990, seis integrantes da cúpula da facção, entre eles José Márcio Felício, o Geleião, um de seus fundadores, foram enviados pela Administração Penitenciária de São Paulo para o Estado vizinho em uma tentativa de desarticular o bando.

Em vez disso, os criminosos fundaram ali o Primeiro Comando do Paraná (PCP) e passaram a dominar o sistema prisional do Estado, liderando rebeliões e fugas. Além do enraizamento nas cadeias, o outro motivo para a forte presença da facção é o fato de o Estado servir de rota para o tráfico de drogas.

Logo ao lado, no Paraguai, está baseado um dos maiores fornecedores de cocaína para a organização: trata-se de Carlos Antonio Caballero, o Capilo. Foi com Capilo em 2008 que o PCC firmou seu primeiro acordo com um traficante internacional. O diário de Wagner Roberto Raposo Olzon, o Fusca, foi apreendido naquele ano pela Polícia Federal e revelou os detalhes do acerto para o envio de drogas do Paraguai e da Bolívia para a facção paulista.

Em 25 de maio de 2010, no começo da investigação - arquitetada pelo então secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto -, o acusado Samuel Augustino Roque, o Tio Pec, recebeu um telefonema no qual lhe foi passada uma ordem da Sintonia Final Geral do PCC, a cúpula da facção. O "salve" dizia que a facção não devia se preocupar apenas em dominar o crime organizado na faixa de fronteira do Paraguai, mas todo o país por meio do "fortalecimento do PCC, da conscientização de companheiros e outros criminosos".

Depois de São Paulo e Paraná, o Estado que concentra a maior quantidade de membros da facção é o Mato Grosso do Sul. Ali o bando mantém 558 integrantes, dos quais 469 estão em penitenciárias e 89 são foragidos. O Estado ocupa essa posição na geografia do PCC em razão de sua importância como rota de passagem da droga que vem do Paraguai e da Bolívia para o Estado de São Paulo.

Dominando o Estado, o PCC consegue tornar o território em uma área hostil para as facções rivais paulistas ou para outros grupos organizados que tentem desafiar seu poder. Esse seria o caso de bandos como o Comando Revolucionário Brasileiro da Criminalidade (CRBC).

Estrutura. As interceptações telefônicas reuniram milhares de áudios nos quais os integrantes da Sintonia Final Geral do PCC negociam a compra de fuzis, pistolas e drogas para a facção. Em um telefonema, por exemplo, flagrado em 17 de outubro de 2010, Roberto Soriano, o Tiriça, conversa com Tio Pec e faz as contas: só em sua reserva de armas a facção tinha naquele dia 55 fuzis, 3 metralhadoras calibre .30, 100 pistolas e 15 carabinas. No fim do ano, a facção teria alçado a marca de uma centena de fuzis - a meta era atingir um total de mil fuzis e usar o Rio como território para treinamento de tiro.

Para evitar a ação das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), a cúpula do PCC decidiu descentralizar o paiol do grupo. Cada seção da facção devia manter cinco fuzis e uma quantidade um pouco maior de pistolas. Também devia ter em cada região uma casa com um "mineral" enterrado - a reserva de R$ 1 milhão usado para compras de emergência do grupo.

Todas as decisões estratégicas da facção são tomadas pela Sintonia Final Geral. Composta por Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, e outros sete criminosos, os bandidos têm um grupo de suplentes. Trata-se do Apoio da Sintonia Final Geral, formado por nove bandidos, entre eles o sequestrador Paulo Cézar Souza Nascimento Júnior, o Paulinho Neblina.

Foi Neblina quem substituiu Tiriça, o único integrante da Sintonia Final Geral que não está detido na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau.

Tiriça foi mandado em novembro de 2012 para a Penitenciária Federal de Porto Velho, em Rondônia, depois de ter sido flagrado ordenando ataques a policiais militares no Estado de São Paulo. Os criminosos alegavam que os atentados eram retaliações por causa de supostas execuções praticadas pela Rota contra integrantes do PCC. Ao todo, 104 PMs foram assassinados em 2012.


fonte: Estadão
créditos: Marcelo Godoy







'Foi o PCC quem reduziu a criminalidade', diz Marcola



Ninguém importante no crime organizado de São Paulo escapou das interceptações telefônicas feita pelo Ministério Público Estadual. Nem mesmo Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola. Conhecido por sua aversão a falar no telefone celular, o chefão do Primeiro Comando da Capital (PCC) foi flagrado duas vezes pela equipe de policiais militares que trabalhavam para os promotores.

O homem condenado pelos ataques à polícia em 2006 e pelo assassinato em março de 2003 do juiz Antonio José Machado Dias, da Vara de Execuções Penais de Presidente Prudente, orgulha-se de ter abolido o crack das cadeias de São Paulo. "Nós paramos, na prisão ninguém usa", diz o chefe para um dos subordinados, identificado pelo apelido de Magrelo.

A conversa entre os dois ocorreu em 2 de março de 2011, às 21h12. Marcola estava na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau. Mas não é só de sua ação na cadeia que o bandido se vangloria. Ele afirma que "hoje pra matar alguém é a maior burocracia", referindo-se às normas impostas pela facção. Por elas, quando um bandido tem alguma queixa contra outro deve se dirigir a um tribunal do PCC.

Neles, o faltoso pode ser desde repreendido até morto. Mas a sentença de morte tem de ser referendada pelo "comando".

"Então quer dizer, os homicídios caíram não sei quantos por cento e aí eu vejo o governador chegar lá e falar que foi ele." Em outra conversa no mesmo dia, Marcola diz para Marcio Alarido Esteves, o Turim, que é necessário contratar um advogado por R$ 100 mil para defender a facção.


fonte: Estadão
créditos: Marcelo Godoy

Após clima tenso em penitenciária, ônibus aparecem incendiados em Avaré



A penitenciária I de Avaré tem registrado o chamado canecaço e protestos de presos contra medidas administrativas. Isso tem deixado o clima tenso dentro da unidade onde existem cerca de 500 detentos.
Na tarde de quarta-feira uma equipe de segurança teve que entrar no presídio e controlar a situação, mas não houve confronto.

Na madrugada seguinte dois ônibus aparaceram incendiados e a polícia investiga se há relação com a situação da penitenciária.

Nessa sexta-feira de madrugada também houve nova manifestação de presos com o acionamento da polícia militar, mas sem a necessidade de entrar no local.


créditos foto: Cleber Novelli
fonte: Assessoria Um
 

Maior investigação da história do crime organizado denuncia 175 do PCC


Depois de três anos e meio de investigação, o Ministério Público Estadual (MPE) de São Paulo concluiu o maior mapeamento da história do crime organizado no País, com um raio X do Primeiro Comando da Capital (PCC). Por fim, denunciou 175 acusados e pediu à Justiça a internação de 32 presos no Regime Disciplinar Diferenciado - entre eles, toda a cúpula, hoje detida em Presidente Venceslau.

As provas reunidas pelos promotores do Grupo Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) permitiram a construção de um retrato inédito e profundo da maior facção criminosa do País. Os promotores reuniram escutas, documentos, depoimentos de testemunhas e informações sobre apreensões de centenas de quilos de drogas e de armas. O Estado teve acesso aos documentos e a milhares de áudios que formam o maior arquivo até hoje reunido sobre o grupo.

O MPE flagrou toda a cúpula da facção em uma rotina interminável de crimes.

Ela ordena assassinatos, encomenda armas e toneladas de cocaína e maconha. Há planos de resgate de presos e de atentados contra policiais militares e autoridades. O bando faz lobby e planeja desembarcar na política.

Presente em 22 Estados do País e em três países (Brasil, Bolívia e Paraguai), a "Família" domina 90% dos presídios de São Paulo. Fatura cerca de R$ 8 milhões por mês com o tráfico de drogas e outros R$ 2 milhões com sua loteria e com as contribuições feitas por integrantes - o faturamento anual de R$ 120 milhões a colocaria entre as 1.150 maiores empresas do País, segundo o volume de vendas. Esse número não inclui os negócios particulares dos integrantes, o que pode fazer o total arrecadado por criminosos dobrar.

A principal atividade desenvolvida pela facção é tráfico de drogas. Chamado de Progresso, prevê ações no atacado e no varejo. No último, a facção reunia centenas de pontos de venda espalhados pelo País. Eles são chamados de "FM". No caso da cocaína, os bandidos mantêm um produto de primeira linha, o "100%" e o "ML", que é a droga batizada, de segunda linha. A maconha é designada nas conversas com o nome de Bob Esponja. A droga do PCC vem do Paraguai e da Bolívia. Os três principais fornecedores de drogas para o PCC seriam o traficante paraguaio Carlos Antonio Caballero, o Capilo, e os brasileiros Claudio Marcos Almeida, o Django, Rodrigo Felício, o Tiquinho, e Wilson Roberto Cuba, o Rabugento.

Arsenal.

 O bando tem um arsenal de uma centena de fuzis em uma reserva de armas e R$ 7 milhões enterrados em partes iguais em sete imóveis comprados pela facção. Ao todo, o grupo tem 6 mil integrantes atrás das grades e 1,6 mil em liberdade em São Paulo. Esse número sobe para 3.582 em outros Estados - somando os membros ativos e inativos, além dos punidos e os que não têm mais cargos ou participação em atividades mantidas pela facção.

A denúncia do MPE foi assinada por 23 promotores de Justiça de todos os Gaecos de São Paulo. O MPE fez ainda um pedido à Justiça de que seja decretada prisão preventiva de 112 dos acusados. Todos os suspeitos listados pelo MPE foram flagrados conversando em telefones celulares, encomendando centenas de quilos de cocaína, toneladas de maconha, fuzis, pistolas, lança-granadas e determinando a morte de desafetos, traidores e suspeitos de terem desviado dinheiro da Família. Deixam, assim, claro que atuam segundo o princípio de que "o crime fortalece o crime". Dezenas de telefonemas relatando pagamento de propinas, principalmente a policiais civis, mas também a PMs, fazem parte da investigação.

A Justiça de Presidente Prudente se negou a decretar a prisão de todos os acusados, sob o argumento de que seria necessário analisar mais detidamente as acusações. O mesmo argumento foi usado pela Vara das Execuções Criminais, que indeferiu o pedido de liminar feito pelo MPE para internar toda a cúpula da facção no RDD da Penitenciária de Segurança Máxima de Presidente Bernardes. O juiz Tiago Papaterra decidiu verificar caso a caso a situação dos detentos, antes de interná-los.


fonte: Estadão
créditos: Marcelo Godoy

175 integrantes de facção são denunciados após 3 anos de escutas



Uma megainvestigação de três anos realizada pelo Ministério Público de São Paulo aponta que a cúpula de uma facção criminosa comanda, de dentro dos presídios paulistas, o tráfico de drogas e armas, além de ordenar a morte de inimigos e policiais. Como resultado a apuração, os promotores pediram a prisão preventiva de 175 integrantes da facção e a transferência de 32 presos para o Regime Disciplina Diferenciado (RDD).

A investigação foi divulgada nesta sexta-feira (11) pelo jornal "O Estado de S. Paulo".
A partir da investigação, os promotores mapearam a estrutura da quadrilha, da qual o chefe da quadrilha é Marco Willians Camacho, que está preso faz sete anos.

Na investigação, os promotores também descobriram que 169 mil presos estão sob controle da facção; que o grupo criminoso atua em 90% dos presídios paulistas e que fora dos presídios, a facção vende drogas e negocia compra de armas, e mata quem atrapalha os planos da facção.

As gravações comprovam que bandidos perigosos comandam, por telefone, uma facção criminosa de dentro da Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, a 600 km da capital paulista. Segundo a promotoria, os criminosos negociam drogas, financiam o crime organizado e matam quem atrapalha as atividades do grupo.

As polícias militar e civil já vinham se preparando para fazer prisões e transferir os chefes da facção criminosa. Entretanto, a Justiça negou todos os pedidos da promotoria, o que deixou promotores e a cúpula da segurança pública indignados. A denúncia causou mal estar entre o Ministério Público e a Justiça, de acordo com o SPTV.

Durante as investigações, o MP descobriu também que 106 PMs mortos no ano passado no estado, foram vítimas das ações do grupo. A ordem para os assassinatos partiu também de dentro do presídio.


fonte: G1



quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Em meio a polêmica, penitenciária é inaugurada em Jardinópolis



O Centro de Progressão Penitenciária (CPP) foi inaugurado nesta quarta-feira (18) pelo Governo do Estado no distrito de Jurucê, em Jardinópolis. O local terá espaço para abrigar 1.048 presos do regime semiaberto.

Mas a instalação do presídio é cercada por polêmicas. No mesmo dia, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo decidiu em favor da Prefeitura, que pede para que o funcionamento do CPP seja impedido. Segundo a Justiça, o governo estadual deverá apresentar estudo de impacto ambiental, estudo de impacto de vizinhança, autorização do Ministério da Defesa e alvará municipal da obra.

Antes da construção do CPP, moradores de Jardinópolis já haviam feito uma manifestação contra a instalação da unidade na cidade.

A decisão da Justiça foi informada durante a inauguração do CPP. O secretário de Administração Penintenciária, Lourival Gomes, afirmou à que desconhece o documento.


fonte: Jornal A Cidade

LUTO - Acidente envolve 3 ASPs de Tupi Paulista


No início da manhã de hoje,18, aconteceu um grave acidente envolvendo 03 Agentes de Segurança Penitenciária da Feminina de Tupi Paulista.  O acidente ocorreu a cerca de 5km de Tupi Paulista, na rodovia Comandante João Ribeiro de Barros. As servidoras, que residem em Presidente Venceslau estavam ao caminho do trabalho.

A motorista perdeu o controle do veículo ao passar em uma curva mais acentuada e rodou na pista, sendo atingido na traseira por um caminhão frigorífico que seguia  em sentido contrário.

As vítimas foram encaminhadas para a Santa Casa de Tupi Paulista. Sandra Regina Santos Dias, 23 anos, fraturou o fêmur e precisou passar por cirurgia e  Silmara Jucilene da Silva, 27 anos, teve pequenas escoriações pelo corpo, ambas passam bem. Já Leide Karina do Nascimento, 25 anos, não resistiu a colisão e morreu ao dar entrada no hospital. O motorista do caminhão e seu ajudante não tiveram ferimentos e ajudaram no atendimento das servidoras.

No início deste mês, o motorista de uma Van que levava servidoras também de Presidente Venceslau para a unidade feminina deTupi Paulista, perdeu o controle do veículo e saiu da estrada. O acidente foi menos grave, mesmo assim, rendeu escoriações em três funcionárias, na qual uma, ainda está de licença pelo acidente.



segunda-feira, 16 de setembro de 2013

CDP de Mogi é o primeiro do Estado a receber torneiras antivandalismo




Os oito pavilhões do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Mogi das Cruzes serão os primeiros do Estado a receberem torneiras e descargas antivandalismo. A troca dos equipamentos será feita ainda este ano, por meio de uma parceria entre a Companhia de Água e Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), através do Programa de Uso Racional da Água (PURA).

As obras terão início ainda este ano e exigirão a transferência de 300 presos em cada um dos pavilhões. “Vamos retirar os presos para os trabalhadores fazerem as obras em cada um dos pavilhões. São oito no total, com uma média de 300 presos em cada. É uma movimentação necessária, que depende de ordem da secretaria para dar início às obras”, explicou o diretor da unidade Silvestre Moutinho Baltar.

A Sabesp irá instalar torneiras e descargas antivandalismo e com controle de água. O objetivo é economizar e diminuir o custo do consumo na unidade prisional. “Como aqui é um centro de detenção provisória, os detentos deixam a torneira aberta, dão descarga inúmeras vezes. Então, nós iniciamos uma campanha para conscientização na unidade. Já conseguimos bons resultados”, disse.

Em fevereiro deste ano, a conta de água chegou a R$ 191 mil. No mês seguinte, após a implantação do projeto Guardião da Economia, a conta foi para R$ 170 mil, uma queda de 10%. “Esperamos que, após as obras da Sabesp, o custo diminua em 30%”. O próximo passo da direção é tentar uma parceria com a empresa concessionária de energia.

De acordo com a Sabesp, entidades como a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), condomínios, escolas, universidades, hospitais, secretarias estaduais e unidades do Poupatempo já adotam o programa PURA.

Testes

Esta não é a primeira vez que o CDP de Mogi das Cruzes é usado em projetos pilotos pelo Governo do Estado. Em outubro de 2012, o governo iniciou testes de um aparelho bloqueador de sinal de celular na unidade. Só nos primeiros nove dias dos testes foram detectados 1.513 chips dentro da cadeia, mas é preciso levar em conta que este número inclui os aparelhos dos 264 funcionários e também os de visitantes.

O equipamento já foi retirado e instalado nas unidades de Pinheiros e Belém. “Em breve a secretaria vai abrir licitação para a contratação de empresa e vamos receber  o equipamento novamente”, garantiu o diretor.


fonte: G1

sábado, 14 de setembro de 2013

Acidente entre viaturas e veículo com presos bloqueia Rodovia Anhanguera


Um engavetamento envolvendo duas viaturas da Polícia Militar (PM) e um caminhão que transportava presos deixou três pessoas feridas na Rodovia Anhanguera, em Sumaré (SP), no fim da manhã desta sexta-feira (13). Segundo a concessionária AutoBan, que administra o trecho, a colisão foi na altura do km 109, no sentido capital. O helicóptero Águia da PM socorreu um dos policiais feridos e pousou na pista. O acidente causou quatro quilômetros de congestionamento já que as faixas ficaram bloquedas por cerca de 25 minutos.

O PM socorrido pelo Águia foi levado para o Hospital de Clínica (HC) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e as outras duas pessoas feridas foram socorridas pelos funcionários da concessionária e levados para hospitais da região. Todas as vítimas tiveram escoriações leves e passam bem. As pistas no sentido capital foram liberadas às 11h16.

A AutoBan e a Polícia Rodoviária não souberam informar as causas do acidente e se entre os feridos estão presos que eram transportados pelo caminhão. O G1 entrou em contato com a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (SAP-SP), mas até esta publicação a assessoria de imprensa não havia divulgado detalhes do ocorrido.


fonte: G1


sábado, 7 de setembro de 2013

Agentes penitenciários protestam em São Paulo



 O Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional do Estado de São Paulo realizou nesta sexta-feira (6), um protesto em frente ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do Estado. De acordo com a Polícia Militar, cerca de 250 trabalhadores participaram da manifestação, que pede o cumprimento da pauta de reivindicações da campanha salarial.

O ato teve início às 10h, em frente à sede do sindicato, na rua Dr. Zuquim, em Santana, na zona norte da capital paulista. Em seguida, os manifestantes se deslocaram até o prédio da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, na avenida General Ataliba Leonel, também em Santana. Segundo a PM, o grupo chegou ao Palácio por volta das 14h.

Além da insatisfação com os salários, a categoria reclama das condições de trabalho. Eles protestam contra a falta de segurança nas penitenciárias, a superlotação carcerária e a jornada de trabalho, que consideram excessiva.


fonte: R7