quinta-feira, 28 de julho de 2011
Polícia encontra celular escondido dentro de bíblia em cadeia de São Roque
Um celular foi encontrado dentro de uma Bíblia na cadeia de São Roque, no interior de São Paulo, nesta terça-feira. As páginas foram arrancadas para esconder o aparelho.
No total, a polícia apreendeu sete celulares, baterias e carregadores durante a revista de todas as celas. Os presos foram colocados no pátio e todas as bolsas e roupas, reviradas.
A cadeia de São Roque tem hoje 139 presos, mas a capacidade da unidade é para 48 homens.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
MP investiga conivência com tráfico de drogas em presídio da Grande SP ( Adriano Marrey )
Na penitenciária Adriano Marrey, em Guarulhos (SP), detentos vendem e consomem drogas livremente. Imagens mostram o tráfico de entorpecentes no maior dos pátios do presídio, a céu aberto e entre as guaritas. O Ministério Público quer identificar os grupos envolvidos e investigar se há conivência de agentes e funcionários públicos com o crime. Há ainda a suspeita de que funcionários do Adriano Marrey tenham alguma ligação com o abastecimento de droga dentro do presídio.
Clique e assista a reportagem
fonte: R7
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fonte: R7
Ladrão é morto após tentar assaltar Agente Penitenciário em SP
Um homem foi morto no final da noite desta terça-feira (26) na Avenida Duque de Caxias, no Centro de São Paulo, após tentar assaltar um agente penitenciário que estava dentro de um carro parado no sinal vermelho. A vítima reagiu e acertou um dos assaltantes – o outro conseguiu fugir.
O caso aconteceu por volta das 23h30. Dois homens entraram no carro e renderam o motorista com um revólver. A vítima aproveitou um momento de distração dos assaltantes e atirou no criminoso que estava armado, no banco de trás. O outro, que estava na frente, abriu a porta e conseguiu fugir.
A arma do assaltante estava descarregada. O outro suspeito ainda não foi identificado.
fonte: G1
CNJ inicia mutirão carcerário em São Paulo
Operação pretende analisar 94 mil processos criminais em todo o Estado
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com o apoio do Tribunal de Justiça (TJSP) e da Corregedoria Geral de Justiça de São Paulo, iniciou no último dia 20 o maior mutirão carcerário realizado no Estado de São Paulo. Juízes, promotores, defensores públicos e membros da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/SP) integram a megaoperação que revisará 94 mil processos de condenados em regime fechado. Dez juízes e cerca de 50 servidores do Judiciário foram designados para realizar a tarefa, que tem previsão de cinco meses de duração.
O mutirão foi declarado oficialmente aberto às 10h30 pelo presidente do TJSP, desembargador José Roberto Bedran, no Plenário 10 do Complexo Criminal “Ministro Mário de Guimarães” (Fórum da Barra Funda-SP). Dentre as autoridades presentes no evento estavam o Secretário da Administração Penitenciária, Lourival Gomes; o Conselheiro do CNJ, Walter Nunes e o Corregedor Geral da Justiça, Maurício da Costa Carvalho Vidigal.
“O mutirão é missão do CJN e, em São Paulo, não é tido como fiscalização”, lembrou Bendran, durante a cerimônia. “Tenho certeza que o trabalho aqui é feito da melhor maneira possível”, afirmou. Ele destacou a atuação dos juízes criminais, sob presidência do desembargador Ciro Pinheiro e Campos e lembrou o empenho dos juízes Alex Tadeu Monteiro Zilenovski e Ulysses de Oliveira Gonçalves Junior, para a concretização do programa. “Ao mesmo tempo em que os trabalhos cumprirão com rigor a lei penal, não deixarão de examinar os direitos e garantias dos cidadãos. Por isso, não vejo riscos de liberação indevida de preso. A lei será rigorosamente cumprida”, garantiu.
O CNJ promove mutirões carcerários desde agosto de 2008. Em três anos foram analisados 276 mil processos em todo o país, tendo liberado 30,5 mil presos e beneficiado outros 56,1 mil.
fonte: Assessoria de Imprensa da SAP e Assessoria de Imprensa do TJSP
SIFUSPESP divulga nota oficial sobre denúncia contra servidores
SIFUSPESP
SINDICATO DOS FUNCIONÁRIOS DO SISTEMA
PRISIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO
NOTA OFICIAL
O Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional do Estado de São Paulo vem a público esclarecer o seu posicionamento em relação às denúncias feitas por um suposto integrante de facção criminosa em reportagem do Jornal A Tribuna de Araraquara na data de 24 de julho de 2011.
Em primeiro lugar, deixamos claro que somos 33 mil servidores atuando no sistema prisional paulista. A maioria absoluta deste contingente é composta por pessoas íntegras, honestas, e que apesar dos baixos salários e das condições indignas de trabalho não se deixam corromper, e exercem efetiva e legalmente suas atividades, mesmo sem o devido reconhecimento por parte dos governantes e de parte da sociedade.
O problema da entrada ilegal de celulares dentro das unidades prisionais paulistas é uma questão de política de segurança pública a ser resolvido pelo Governo do Estado. O SIFUSPESP e a categoria não compactuam com o banditismo nem com a corrupção – prova disto é que na própria pauta de reivindicação os servidores cobram medidas ao Estado para prevenir ações criminosas nas unidades e punir a todos aqueles que as cometem.
É inverídica e simplista a informação divulgada pelo jornal de que “Ao contrário do que se imagina, não são as mulheres que levam os aparelhos para as unidades” e de que “Quem passa (os celulares) são os funcionários da unidade”. São absurdamente comuns – e o Estado tem conhecimento disto – as apreensões de aparelhos celulares com visitantes que tentam entrar nas unidades para repassá-los aos presos. Ainda assim, muitos desses aparelhos ainda conseguem ser introduzidos nas unidades graças a mil e um artifícios ilegais constantemente renovados.
O número de aparelhos de celular dentro das unidades ainda é alarmante. Mas é preciso que se diga que, se este número não é ainda muito maior, é graças ao trabalho honesto dos servidores do sistema prisional paulista, que semanalmente impedem a entrada de dezenas de aparelhos.
Infelizmente, existem raros servidores do sistema que se corrompem ao crime, assim como acontece com raros advogados e poucos familiares de presos que se arriscam e burlam a segurança na entrada das unidades prisionais a fim de levar celulares aos detentos. Para todos eles, o SIFUSPESP e a categoria dos servidores do sistema prisional paulista defende a aplicação rigorosa da lei: processo investigativo administrativo e policial, e punição exemplar.
Evitar esse tipo de crime depende da boa vontade do Estado. Questionamos a razão pela qual os governos não investem em tecnologia para detectar tais aparelhos de forma segura; não investem em capacitação para os servidores; não apuram com afinco as irregularidades descobertas; e não punem adequadamente os corruptos e corruptores. Há casos – não apenas um – de mau funcionário que foi flagrado cometendo esse tipo de crime e recebeu, como punição, a transferência para outra unidade prisional.
Há tempos que o SIFUSPESP denuncia ao Governo do Estado, através da Secretaria de Administração Penitenciária, que facções criminosas estão inserindo no quadro funcional da SAP criminosos ligados a ela, que passam por concurso público e conseguem trabalhar na segurança das unidades com o único objetivo de facilitar as ações criminosas das facções dentro das unidades prisionais.
Reiteramos: a categoria dos servidores do sistema prisional não compactua com criminosos. Por isso, solicitamos oficialmente ao governo que tomasse a providência básica de fazer uma avaliação social dos candidatos a servidores do sistema prisional – assim como é feito por candidatos a cargos na polícia – e das pessoas que pretendem exercer qualquer cargo de chefia no sistema prisional paulista. Ainda não obtivemos resposta efetiva do Governo do Estado quanto a esta reivindicação.
É preciso reconhecer que há corrupção também no sistema prisional. No entanto, combatemos veementemente a simplificação desta questão: é absurdo, leviano e irresponsável acreditar que o sistema prisional não funciona com perfeição por causa de seus funcionários.
Se há maus funcionários, que eles sejam detectados, investigados e punidos pelos seus crimes – essa parte é fácil de resolver, quando se quer.
Difícil de resolver, ao que parece, é implantar uma política de segurança efetiva: com tecnologia que impeça a entrada de produtos ilegais; tecnologia que impeça o uso de celular dentro das unidades; investimento em salário e condições de trabalho para o servidor; investigação preventiva, inteligente e imparcial; com ações que realmente visem ressocializar os presos; e uma política de segurança que faça frente à organização cada vez maior da criminalidade no Estado de São Paulo.
A criminalidade precisa ser enfrentada com coragem e ações. Lembramos à sociedade que as primeiras vítimas do sistema prisional falho que temos hoje somos nós, servidores do sistema prisional. Lembramos, por fim, que os maiores interessados em um sistema prisional justo e digno não são os presos, que passam alguns anos encarcerados. Os maiores interessados somos nós, obrigados a trabalhar cotidianamente num ambiente insalubre por, pelo menos, 25 anos antes da aposentadoria especial – “benefício” só conquistado pela categoria no ano passado.
SIFUSPESP
Diretoria
São Paulo, 25 de julho de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
PCC estaria formando agentes penitenciários
A denúncia já teria sido feita ao Governo do Estado; Sindicato reconhece raros casos de corrupção.
A facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) estaria aliciando pessoas para atuar como agentes penitenciários em todo o Estado de São Paulo. A denúncia é do Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional do Estado de São Paulo (Sifuspesp) e foi dada em resposta à reportagem da Tribuna Impressa deste domingo, na qual um ex-detento acusa alguns agentes de venderem telefones celulares por até R$ 10 mil dentro do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Araraquara.
A entidade admitiu falhas no quadro funcional, formado atualmente por 33 mil servidores em todo o Estado. "Há tempos que o Sifuspesp denuncia ao Governo do Estado, através da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), que facções criminosas estão inserindo no quadro funcional da SAP criminosos ligados a ela, que passam por concurso público e conseguem trabalhar na segurança das unidades com o único objetivo de facilitar as ações criminosas das facções dentro das unidades prisionais", diz o Sindicato, em nota oficial, sem citar onde há casos concretos.
A Secretaria foi procurada para comentar o caso denunciado pelo egresso do sistema prisional e as reclamações do Sindicato, mas não respondeu a nenhum dos questionamentos.
fonte: Tribuna Impressa
A facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) estaria aliciando pessoas para atuar como agentes penitenciários em todo o Estado de São Paulo. A denúncia é do Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional do Estado de São Paulo (Sifuspesp) e foi dada em resposta à reportagem da Tribuna Impressa deste domingo, na qual um ex-detento acusa alguns agentes de venderem telefones celulares por até R$ 10 mil dentro do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Araraquara.
A entidade admitiu falhas no quadro funcional, formado atualmente por 33 mil servidores em todo o Estado. "Há tempos que o Sifuspesp denuncia ao Governo do Estado, através da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), que facções criminosas estão inserindo no quadro funcional da SAP criminosos ligados a ela, que passam por concurso público e conseguem trabalhar na segurança das unidades com o único objetivo de facilitar as ações criminosas das facções dentro das unidades prisionais", diz o Sindicato, em nota oficial, sem citar onde há casos concretos.
A Secretaria foi procurada para comentar o caso denunciado pelo egresso do sistema prisional e as reclamações do Sindicato, mas não respondeu a nenhum dos questionamentos.
fonte: Tribuna Impressa
sábado, 23 de julho de 2011
Projeto reduz dez dias de pena para cada doação de sangue
A Câmara analisa o Projeto de Lei 453/11, da deputada Andreia Zito (PSDB-RJ), que reduz dez dias de pena para cada doação voluntária de sangue. Conforme a proposta, a medida se aplica ao condenado que cumpre pena em regime aberto e semi-aberto.
O detento poderá doar sangue uma vez a cada seis meses. A doação deverá ser feita em instituição oficial e só será possível mediante atestado médico que declare que o voluntário está apto.
A proposta altera a Lei de Execução Penal (7.210/84). Atualmente, a remição da pena é concedida quando o preso trabalha, na razão de um dia a cada três trabalhados.
A autora a proposta explica que o objetivo é buscar caminhos que garantam aos institutos de hematologia um maior número de doadores e assegurem reservas de sangue para todas as situações necessárias.
Tramitação
A proposta foi apensada ao PL 1321/03, do deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP), que permite a redução de pena do presidiário que se inscreva como doador vivo de órgãos, partes do corpo humano ou tecidos para fins terapêuticos.
Os projetos serão analisados pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e pelo Plenário.
fonte: Agência Câmara de Notícias
O detento poderá doar sangue uma vez a cada seis meses. A doação deverá ser feita em instituição oficial e só será possível mediante atestado médico que declare que o voluntário está apto.
A proposta altera a Lei de Execução Penal (7.210/84). Atualmente, a remição da pena é concedida quando o preso trabalha, na razão de um dia a cada três trabalhados.
A autora a proposta explica que o objetivo é buscar caminhos que garantam aos institutos de hematologia um maior número de doadores e assegurem reservas de sangue para todas as situações necessárias.
Tramitação
A proposta foi apensada ao PL 1321/03, do deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP), que permite a redução de pena do presidiário que se inscreva como doador vivo de órgãos, partes do corpo humano ou tecidos para fins terapêuticos.
Os projetos serão analisados pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e pelo Plenário.
fonte: Agência Câmara de Notícias
GIR Capital - o maior estande de tiro coberto do BRASIL !
O maior estande coberto de tiro do Brasil é do GIR da Capital !
O estande de tiro do Grupo de Intervenção Rápida (GIR) Capital recebeu uma visita especial no último mês de junho: o campeão de tiro Durval Guimarães. Referência no Brasil e no exterior, Guimarães participou de cinco olimpíadas consecutivas (ele e Oscar Schmidt são os únicos atletas brasileiros a conseguir o feito), tem oito medalhas pan-americanas, 50 anos de carreira e, aos 75 anos de idade, ainda continua praticando o esporte. Por conta da longa carreira, Guimarães visitou espaços de tiro pelo mundo afora. Ele ainda presta consultoria e administra seu próprio estande de tiro.
Durval ficou impressionado com as dimensões do estande de tiro localizado no GIR capital. O espaço dispõe de seis baias com 50 metros de pista livre cada – são 60 metros de comprimento total – além de sete metros de largura total e três de altura. O sistema de controle de alvos é automatizado e foi desenvolvido exclusivamente para o local. O sistema de exaustor de gases troca todo o ar do espaço quatro vezes por dia. O estande está preparado para suportar tiros até o calibre 7,62 (fuzil).
Após a visita, Durval Guimarães deu parabéns pela estrutura e declarou: “Pode-se dizer que esse estande é o maior coberto do Brasil”.
Clique e Veja as Fotos do Estande
Fonte: Secretaria da Administração Penitenciário do Estado de São Paulo
http://www.sap.sp.gov.br/
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Mutirão CNJ no Estado de São Paulo
Teve início nesta quarta-feira um mutirão que irá revisar cerca de 94 mil processos de presos em regime fechado no Estado de São Paulo. O objetivo é soltar aqueles que já cumpriram pena e estão detidos de forma irregular, além de autorizar a progressão para regimes mais brandos, como o aberto ou semiaberto, nos casos em que isso for possível.
Os mutirões carcerários são organizados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) desde 2008 e já passaram por todos os estados, exceto por São Paulo. De 276 mil processos analisados nestes três anos, 11% resultaram na libertação de presos. Caso a média se repita em São Paulo, mais de 10 mil presos podem ser colocados em liberdade.
De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária do estado, inicialmente serão examinados os processos da capital, das cidades do Vale do Ribeira e Litoral Paulista.
A expectativa é de que os trabalhos sejam encerrados em dezembro. O Tribunal de Justiça do estado designou 17 juízes paulistas para se dedicar ao mutirão. Eles contarão com a ajuda de 50 servidores de todo o País.
Os mutirões carcerários são organizados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) desde 2008 e já passaram por todos os estados, exceto por São Paulo. De 276 mil processos analisados nestes três anos, 11% resultaram na libertação de presos. Caso a média se repita em São Paulo, mais de 10 mil presos podem ser colocados em liberdade.
De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária do estado, inicialmente serão examinados os processos da capital, das cidades do Vale do Ribeira e Litoral Paulista.
A expectativa é de que os trabalhos sejam encerrados em dezembro. O Tribunal de Justiça do estado designou 17 juízes paulistas para se dedicar ao mutirão. Eles contarão com a ajuda de 50 servidores de todo o País.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Superlotação é um dos principais problemas dos presídios paulistas
Todas as unidades prisionais paulistas serão inspecionadas a partir desta semana por uma equipe de juízes designados pelo CNJ
O mutirão que revisará processos de presos do regime fechado em São Paulo a partir desta quarta-feira contará com uma ação paralela: inspeções nas 149 unidades prisionais do estado. O trabalho será feito por uma equipe de juízes designados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e deve detectar os principais problemas do sistema carcerário paulista.
O supervisor do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário do CNJ, conselheiro Walter Nunes, antecipa o que o CNJ deve encontrar nos presídios durante o mutirão. “O problema crônico é a superlotação, que potencializa todos os demais problemas”, avalia o conselheiro. O juiz titular da 1ª Vara das Execuções Criminais (VEC) Central de São Paulo (SP), Ulysses de Oliveira Gonçalves Júnior, concorda: “O problema principal é a falta de vagas para dar conta do número de pessoas presas ou condenadas”.
A superlotação é um problema difícil de ser contornado no estado que já responde por um terço da população carcerária do país. De
De acordo com o titular da VEC Central de SP, a superlotação nos presídios pode ser explicada por dois motivos, um deles a ser comemorado. “Primeiro, a segurança está aumentando e por isso tem mais prisões, uma média de 6 mil por mês. Por outro lado, o índice de reincidência é muito elevado”. Segundo Gonçalves, São Paulo não tem um estudo confiável sobre a reincidência da criminalidade, mas há estimativas de que ela esteja entre 65% e 70%.
Outro problema já percebido pelo representante do CNJ é a falta de oficinas de trabalho e de formas de ensino que ajudem o preso a se ressocializar. “Há uma ociosidade muito grande nos presídios, e isso compromete a filosofia de um sistema penitenciário como o brasileiro – que não prevê prisão perpétua nem pena de morte –, que é reabilitar o preso para conviver na sociedade”, diz Nunes.
O juiz da VEC acredita que o estado conseguirá cumprir a obrigação legal de separar presos provisórios dos condenados em um futuro próximo. “Tem como cumprir isso, é só uma questão de redimensionamento, especialmente em um momento que o estado está construindo mais 11 unidades prisionais”, destaca Gonçalves Júnior.
fonte: G1
terça-feira, 19 de julho de 2011
País terá lista unificada de foragidos
Em seis meses, qualquer pessoa poderá consultar na internet um banco de dados sobre acusados de crimes que são considerados foragidos pela Justiça brasileira. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou ontem uma resolução estabelecendo que os tribunais de todo o País terão de adaptar seus sistemas para permitir o envio das informações ao registro nacional.
"A grande finalidade é mostrar quais as pessoas que estão sendo procuradas", explicou o conselheiro do CNJ Walter Nunes. "Mas também vão ficar ali as informações das prisões que já ocorreram. Para podermos dizer o número de presos provisórios que existem no País", disse.
Desde segunda-feira, uma alteração na lei penal permite que os mandados de prisão sejam cumpridos em qualquer lugar do País. Anteriormente, os mandados só podiam ser cumpridos em uma determinada comarca ou por meio de solicitação.
A resolução do CNJ estabelece também que os mandados expedidos anteriormente à entrada em vigor da resolução aprovada, e ainda não cumpridos, deverão passar por reexame. Caso se comprove a necessidade de prisão, terão de ser logo registrados no banco de dados. Isso ocorre porque a nova lei penal ainda estabelece que autores de crimes com pena menor de 4 anos fiquem soltos, enquanto aguardam o julgamento definitivo.
Walter Nunes afirmou ainda que o banco de dados também deverá auxiliar o trabalho da Polícia. "Ela tem dificuldade extrema em cumprir mandado de prisão, porque não há um órgão aglutinando todos esses mandados. Se uma pessoa suspeita for parada em uma blitz, bastará ao policial consultar o banco de dados para saber se há alguma coisa contra ela", explicou.
No banco de dados serão colocadas as informações sobre foragidos com prisão preventiva decretada. Deverão ser informadas, na medida do possível, a identidade, características físicas e fotografia. O banco deverá ser atualizado pelos tribunais. O serviço será oferecido na internet e será assegurado o direito de acesso às informações para todas as pessoas, independentemente de prévio cadastramento ou demonstração de interesse.
Procurados
200 mil: é o número estimado de mandados de prisão pendentes no Brasil. Só em SP, em dezembro, estima-se que havia 123 mil casos de pessoas foragidas por ações cíveis e criminais.
Mariângela Gallucci - O Estado de S.Paulo
"A grande finalidade é mostrar quais as pessoas que estão sendo procuradas", explicou o conselheiro do CNJ Walter Nunes. "Mas também vão ficar ali as informações das prisões que já ocorreram. Para podermos dizer o número de presos provisórios que existem no País", disse.
Desde segunda-feira, uma alteração na lei penal permite que os mandados de prisão sejam cumpridos em qualquer lugar do País. Anteriormente, os mandados só podiam ser cumpridos em uma determinada comarca ou por meio de solicitação.
A resolução do CNJ estabelece também que os mandados expedidos anteriormente à entrada em vigor da resolução aprovada, e ainda não cumpridos, deverão passar por reexame. Caso se comprove a necessidade de prisão, terão de ser logo registrados no banco de dados. Isso ocorre porque a nova lei penal ainda estabelece que autores de crimes com pena menor de 4 anos fiquem soltos, enquanto aguardam o julgamento definitivo.
Walter Nunes afirmou ainda que o banco de dados também deverá auxiliar o trabalho da Polícia. "Ela tem dificuldade extrema em cumprir mandado de prisão, porque não há um órgão aglutinando todos esses mandados. Se uma pessoa suspeita for parada em uma blitz, bastará ao policial consultar o banco de dados para saber se há alguma coisa contra ela", explicou.
No banco de dados serão colocadas as informações sobre foragidos com prisão preventiva decretada. Deverão ser informadas, na medida do possível, a identidade, características físicas e fotografia. O banco deverá ser atualizado pelos tribunais. O serviço será oferecido na internet e será assegurado o direito de acesso às informações para todas as pessoas, independentemente de prévio cadastramento ou demonstração de interesse.
Procurados
200 mil: é o número estimado de mandados de prisão pendentes no Brasil. Só em SP, em dezembro, estima-se que havia 123 mil casos de pessoas foragidas por ações cíveis e criminais.
Mariângela Gallucci - O Estado de S.Paulo
Preso foge do fórum de Bertioga
Um homem fugiu na tarde desta segunda-feira do fórum de Bertioga, onde era ouvido pelo juiz. Após ser encaminhado para a cela, ele escapou misteriosamente . Segundo uma testemunha que viu a ação, Wellington Francisco de Araújo pulou uma grade que fica atrás do prédio e fugiu.
O homem, que viu a ação, percebeu que era um detento por conta das roupas que Wellington utilizava no momento da fuga.
Wellington responde por oito roubos que teriam acontecido durante a temporada de verão em Bertioga. O advogado de defesa do fugitivo, Clifton Thomaz Miranda, afirma que não aconselha seus clientes a fugirem porque a pena aplicada pode ser ainda maior do que se ele respondesse ao delito praticado.
Ainda nesta segunda-feira, diversas informações chegaram à polícia sobre o destino do réu e algumas residências próximas ao fórum foram vistoriadas, porém ele ainda não foi encontrado. A polícia acredita que um matagal tenha sido utilizado como rota de fuga do acusado.
O homem, que viu a ação, percebeu que era um detento por conta das roupas que Wellington utilizava no momento da fuga.
Wellington responde por oito roubos que teriam acontecido durante a temporada de verão em Bertioga. O advogado de defesa do fugitivo, Clifton Thomaz Miranda, afirma que não aconselha seus clientes a fugirem porque a pena aplicada pode ser ainda maior do que se ele respondesse ao delito praticado.
Ainda nesta segunda-feira, diversas informações chegaram à polícia sobre o destino do réu e algumas residências próximas ao fórum foram vistoriadas, porém ele ainda não foi encontrado. A polícia acredita que um matagal tenha sido utilizado como rota de fuga do acusado.
Traficantes proibem uso de CRACK nos presídios paulistas
Os presídios paulistas estão blindados de uma praga que aflige sete de cada dez cidades brasileiras, o crack. Os chefes do tráfico admitem que querem a droga bem longe dos presos para não perder o controle dentro das penitenciárias.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Salários Agentes Penitenciários no Rio de Janeiro
Acorda São Paulo !
O Estado mais rico do país fica só enrolando e não tem previsão para divulgar ajuste salarial da categoria.
Confira o salário dos Agentes Penitenciários do Rio de Janeiro:
Julho/2011 - 3.543,12
Dezembro/2012 - 3.952,36
Dezembro/2013 - 4.408,87
Dezembro/2014 - 4.918,11
Parabéns aos colegas do Rio de Janeiro.
O Estado mais rico do país fica só enrolando e não tem previsão para divulgar ajuste salarial da categoria.
Confira o salário dos Agentes Penitenciários do Rio de Janeiro:
Julho/2011 - 3.543,12
Dezembro/2012 - 3.952,36
Dezembro/2013 - 4.408,87
Dezembro/2014 - 4.918,11
Parabéns aos colegas do Rio de Janeiro.
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