sexta-feira, 12 de abril de 2013
Justiça mantém condenação de Marcola por morte de juiz em SP
O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a condenação de Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, pelo assassinato do juiz das Execuções Criminais de Presidente Prudente Antonio José Machado Dias, ocorrido em 2003. A defesa de Marcola, suposto chefe da facção criminosa que atua dentro e fora das prisões paulistas, alegava nulidades no plenário do júri e dizia que a decisão dos jurados foi contrária às provas dos autos.
Segundo a Promotoria, em 14 de março daquele ano Marcola, Júlio César Guedes de Moraes, conhecido como Julinho Carambola, e Sandro Henrique da Silva Santos, o Gugu, que já morreu, determinaram a morte do juiz, que era corregedor dos presídios da região de Presidente Prudente. Ele foi assassinado em uma emboscada no dia seguinte, após sair do Fórum da cidade em direção à sua casa.
No entendimento dos desembargadores da 5ª Câmara Criminal, não houve qualquer prejuízo ao réu , como havia sugerido a defesa. Para a turma julgadora, os jurados optaram pela versão que pareceu a mais acertada baseada nas provas apresentadas, que indicavam Marcola como o mandante do crime.
“Os presentes autos trazem um triste relato da proporção que o crime organizado tomou no estado de São Paulo”, afirmou em seu voto o relator do recurso, desembargador José Damião Pinheiro Machado Cogan.
O magistrado também afirmou que as duas qualificadoras, motivo torpe e emboscada, foram amparadas na prova pericial e oral. “Demonstrou-se que torpe o motivo, pois o homicídio foi praticado a fim de pressionar as autoridades do Judiciário e da Secretaria de Assuntos Penitenciários objetivando abolir o Regime Disciplinar Diferenciado, bem como o ofendido foi alvejado de inopino, pois foi surpreendido quando conduzia seu veículo ao sair do Fórum, sem que pudesse esboçar qualquer reação.”
O julgamento do recurso teve votação unânime com a participação dos desembargadores Pinheiro Franco e Sérgio Ribas.
fonte: G1
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Secretário atende pedido do Sindasp e automatizará Penitenciária de Lucélia
Aproveitando que a Penitenciária de Lucélia está em reforma, o
presidente do Sindasp-SP, Daniel Grandolfo, encaminhou ofício nº
224/2013 ao secretário da Administração Penitenciária, Lourival Gomes,
solicitando que a unidade prisional seja inclusa no processo de
automatização.
O ofício do Sindasp-SP foi protocolado na Secretaria da Administração
Penitenciária (SAP), sob o nº 000435, de 03/04/2013, pelo Diretor
Administrativo da Regional do Sindasp-SP em São Paulo, Luciano
Rodrigues. No ofício, Grandolfo pediu que fosse feito um aditamento nos
valores da reforma, visando a automatização da unidade.
Na terça-feira (9), em contato via telefone, o secretário Lourival
Gomes disse a Grandolfo que irá atender a solicitação do Sindasp-SP e a
Penitenciária de Lucélia será automatizada durante a reforma. Essa é
mais uma conquista do sindicato para a categoria.
Vale lembrar que, em 22/3, o presidente esteve em visita na unidade,
junto com um grupo de diretores, com o objetivo de conhecer as obras de
reforma da unidade e prometeu aos funcionários que faria a solicitação
ao secretário. “Fomos até a unidade, ouvimos os servidores e garanti a
eles que faria o pedido. Disse a todos que o fato de a unidade estar em
reforma e desabitada, não haveria melhor oportunidade para que a mesma
fosse automatizada. Promessa feita, promessa cumprida”, disse Grandolfo.
A reforma da Penitenciária de Lucélia teve início em 1º de novembro de
2012 e tem conclusão prevista para 13 de junho de 2013. Serão gastos de
R$ 8 milhões com a reforma e agora mais cerca de R$200 mil para
automatizar a unidade. Antes da reforma, a penitenciária era habitada
por cerca de 1.500 detentos.
fonte: SINDASP
créditos: Carlos Vítolo - Assessor de Imprensa SINDASP
Pipa apreendida em penitenciária de Hortolândia tinha celular e carregador
Agentes de segurança penitenciária do Centro de Progressão
Penitenciária (CPP) de Hortolândia (SP) apreenderam, no domingo (7), uma
pipa que transportava um celular desmontado e um carregador.
O papagaio de papel , de 90 centímetros de comprimento por 85 centímetros de largura, tinha a imagem do personagem de jogos de games Mario Bros e chegou à unidade pelo lado externo. O brinquedo caiu nos fundos da prisão.
A Secretaria de Administração Penitenciária informou que possivelmente tenha sido menores de 18 anos que levaram a pipa do lado externo do muro.
Raio-X
As 156 unidades prisionais do estado possuem aparelhos de Raio-X de menor e maior porte. Também possuem detectores de metal que ajudam os seguranças a coibir a entrada de produtos ilícitos e aparelhos eletrônicos.
Todos os presos flagrados com drogas e celulares respondem criminalmente e sofrem sanções disciplinares e perdem benefícios conquistados durante o cumprimento da pena.
fonte: G1
O papagaio de papel , de 90 centímetros de comprimento por 85 centímetros de largura, tinha a imagem do personagem de jogos de games Mario Bros e chegou à unidade pelo lado externo. O brinquedo caiu nos fundos da prisão.
A Secretaria de Administração Penitenciária informou que possivelmente tenha sido menores de 18 anos que levaram a pipa do lado externo do muro.
Raio-X
As 156 unidades prisionais do estado possuem aparelhos de Raio-X de menor e maior porte. Também possuem detectores de metal que ajudam os seguranças a coibir a entrada de produtos ilícitos e aparelhos eletrônicos.
Todos os presos flagrados com drogas e celulares respondem criminalmente e sofrem sanções disciplinares e perdem benefícios conquistados durante o cumprimento da pena.
fonte: G1
ASP do GIR da Capital relata o episódio sobre a voz de prisão que recebeu.
Boa noite
galera!!!! Queria agredecer a todos pela demonstração de união e apoio que
recebi de toda a categoria, e esclarecer os
fatos a todos os meus amigos. Infelizmente por desconhecimento das leis que
regem nosso direito a portar arma de fogo, fui abordado por uma equipe da
corregedoria da Policia Civil na saida de minha casa com uma VTR
descaracterizada e uma caracterizada com dois ocupantes em cada uma, ao me
abordar perguntaram se eu era Marco Antonio Dib e ao acenar positivamente os
ocupantes das VTRs desceram e me abordaram na forma de praxe, um dos
Investigadores me desarmou, revistou a minha mochila que estava com minhas
roupas para eu ministrar aulas na EAP, e disse que havia uma denuncia contra
minha pessoa que eles vieram averiguar. Ao perguntar sobre a documentação de
minha arma, se estava com o porte, o policial disse que minha arma estava
ilegal, pois no Sinarme da DPF constava uma outra arma em meu nome, portanto a
que estava no documento de porte estava totalmente ilegal, e eu teria que
acompanha-los até a autoridade policial, que estava no prédio da corregedoria
no centro da capital, coisa que eu atendi de pronto, pois estava com a certeza
que estava dentro da lei. Ao chegar na delegacia do DOP, fui apresentado uma
delegada que disse que era um absurdo o que estava ocorrendo, e que iria
averiguar todas as leis e portarias que regulamentavam nosso porte para tomar
as providências, coisa que fez em seguida, e ao checar tudo ela disse que iria
até o seu divisionário dar ciência que nada havia de errado com minha
documentação me liberando em seguida. Ela foi até o encontro dele, e 10 minutos
depois voltou dizendo que o porte estava revogado pela presidência da
republica, e que o superior dela mandou me prender por porte ilegal de armas;
Ao tomar ciência do fato disse a delegada que quem assinou meu porte era o
Secretário da Administração Penitenciária, e que o documento era do Estado de
São Paulo e tinha fé pública, neste momento o Investigador Chefe da equipe que
me abordou disse que o documento não tinha validade, e que a assinatura do
Secretário não vália nada. Ao perceber a proporção que estava tomando, e a
injustiça sendo feita, acionei meus superiores, o pessoal da SAP, meu advogado
particular, o presidente do Sindasp, e mais algumas pessoas, que em menos de
meia hora estavam todos lá me dando o suporte; Ao perceber o tamanho da
repercussão, a delegada que estava correta na sua atitude foi novamente ao seu
superior explicar que o pessoal da SAP estava por lá, e trouxeram toda a
regulamentação para explicar sobre o porte de nossa categoria. Neste momento o
delegado divisionário ordenou que a delegada voltasse até a sala dela e desse
voz de prisão a todos os integrantes da SAP que estavam lá na mesma situação
que eu, coisa que a mesma se negou a fazer e pediu a sua recolha imediatamente
por não concordar com a situação. Ao tomar ciência do fato, os integrantes da
SAP acionaram o coordenador da capital, que acionou o gabinete do secretário
sobre o que estava ocorrendo naquele momento, e depois de mais de 9 horas de
negociação resolveram me liberar, pois acharam que nada havia contra a minha
pessoa, fato que só ocorreu com a intervenção do Secretário, do Coordenador,
dos Integrantes da SAP, do Presidente do Sindasp, e da imprensa, que fez o
mesmo delegado que fez toda essa lambança descer e pedir desculpas pelo
ocorrido. Gostaria de agradecer a todos que estão comentando e compartilhando o
ocorrido, somos uma classe, e fico pensando o que teria acontecido com outro
colega na mesma situação que a minha dentro da lei, mas que não tinha como
realizar os contatos, com certeza estaria preso neste momento da forma mais
covarde que poderia existir; Tenho certeza que isso servirá para que nossa
secretária tome providencias imediatas, pois um servidor como nós, falar que um
documento do Estado e uma assinatura de um Secretário nada vale, não pode
passar em branco. Espero que esse fato acorde a todos para a nossa situação,
pois tentaram jogar o nome de uma pessoa correta no lixo, só que felizmente
desta vez, era uma pessoa com um legado, que tem a admirição da maioria da
nossa categoria, que leva o orgulho de fazer parte de uma profissão
diferenciada, e que acredita no seu ideal. Sempre disse que tenho orgulho do
que faço, e não esqueço de onde sou....e desta vez parece que eu não fui
esquecido por ninguém. Muito obrigado a todos mesmo pelo votos de confiança,
espero que a categoria não deixe isso passar em branco, que use este episódio
para que isso nunca mais aconteça com ninguém de nossa classe, e que nossos
direitos como agentes da lei sejam totalmente respeitados...De coração muito
obrigado a todos!.......Professor
Marco Antonio Dib, Agente de Segurança Penitenciária Classe IV
Marco Antonio Dib, Agente de Segurança Penitenciária Classe IV
Agente penitenciário do GIR e membros da inteligência da SAP recebem voz de prisão por portarem arma de fogo com registro e porte em mãos
O agente de segurança penitenciária (ASP), filiado ao Sindasp-SP
(Sindicato dos Agentes de Segurança Penitenciária do Estado de São
Paulo), Marco Antonio Dib, membro do Grupo de Intervenção Rápida (GIR)
de São Paulo-SP, foi detido na manhã desta terça-feira (9) por policiais
civis em São Paulo.
De acordo com Dib, em contato telefônico, houve uma denúncia para
averiguação de que o mesmo estaria portando arma adulterada. O ASP
relatou que foi abordado por policiais civis e que comunicou aos mesmos
que a arma citada já se encontrava em nome de outra pessoa.
Dib apresentou sua arma, seu porte e registro aos policiais, mas foi
conduzido à delegacia da Corregedoria da Polícia Civil para averiguação.
Segundo Dib, ao apresentar seu porte, o delegado divisionário, Fernando
Azevedo (nome citado pelo agente), teria dito que o porte do agente penitenciário “não serve pra nada”, relatou o ASP.
O membro do GIR disse à reportagem que entrou em contato com a
inteligência da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) e que
alguns membros se dirigiram ao local. Dib relatou que os membros da
inteligência da SAP estavam armados e que por isso também receberam voz
de prisão do delegado divisionário.
De acordo com Dib, o delegado alegou que, o fato de a presidente Dilma
Rousseff ter vetado o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 87/2011, que propôs
o direito aos agentes penitenciários e de escolta de presos a portarem
arma de fogo fora de serviço, fez com o porte dos agentes fosse revogado
e não tem mais validade.
Posição do Sindasp-SP:
Assim que ocorreu o fato, o agente penitenciário entrou em contato com o
presidente do Sindasp-SP, Daniel Grandolfo. Imediatamente, Grandolfo
encaminhou para o local o advogado do sindicato em São Paulo, Rodrigo
Sardinha, e o Diretor Administrativo da Regional de São Paulo, Luciano
Rodrigues.
De acordo com Grandolfo a Lei nº 10.826,
de 22 de dezembro de 2003, permite que agente penitenciário porte de
arma de fogo. A lei dispõe sobre registro, posse e comercialização de
armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional de Armas (Sinarm).
A lei aponta, no Capítulo III, “Do Porte”, no Artigo 6º que “é proibido o porte de arma de fogo em todo o território nacional, salvo para os casos previstos em legislação própria e para”:
[...] “VII – os integrantes do quadro efetivo dos
agentes e guardas prisionais, os integrantes das escoltas de presos e as
guardas portuárias”.
De acordo com Grandolfo, “o delegado não pode contestar e nem tem
autoridade ou competência para julgar a lei. Somente o Juiz tem
competência para dar tal parecer, não é essa a função do delegado”,
disse o presidente do Sindasp-SP.
“O delegado tem que aceitar, não é da autonomia dele contestar o porte
que é emitido pelo Estado”, pontuou o presidente. “Se alguém tiver de
contestar o porte emitido pelo governo, através da SAP, é o Judiciário
quem o deve fazer e é quem tem autonomia para tal”, finalizou Grandolfo.
Desfecho
Até o fechamento da reportagem, às 16h29, o agente penitenciário e os
membros da inteligência da SAP estavam finalizando o depoimento. Foi
lavrado um boletim de ocorrência, instaurado inquérito e a arma do ASP
Marco Dib ficou retida para perícia.
Departamento Jurídico
O Departamento Jurídico do Sindasp-SP, por meio do advogado Jelimar
Salvador, irá denunciar o delegado junto à Corregedoria da polícia Civil
e propor ação de danos morais contra o Estado.
fonte: SINDASP
créditos: Carlos Vítolo - Assessor Imprensa SINDASP
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Famílias denunciam maus-tratos contra detentos em Cerqueira César
Parentes de presos do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Cerqueira César (SP) estão preocupados com o bem-estar e a integridade dos detentos. De acordo com reportagem exibida pela TV TEM nesta terça-feira (2), uma carta anônima foi entregue aos familiares com denúncias. Os presos teriam mandado uma mensagem por meio de uma mulher que fez uma visita recentemente no prédio.
A carta é assinada por uma pessoa que se declara "infrator anônimo", que falaria em nome de todos os detentos. O documento teria saído do CDP no último domingo (31). A correspondência tem quatro páginas.
Em um dos trechos, o denunciante escreve sobre as dificuldades referentes à saúde, alimentação e higiene pessoal. Em outro momento, o texto diz que inúmeros detentos voltam para as celas apresentando lesões e hematomas e afirma que eles estão sendo vítimas de agressões por parte e funcionários.
A carta foi apresenta à equipe de reportagem por mulheres que pediram para não serem identificadas. Elas justificaram o pedido alegando que têm medo de que os parentes sejam punidos por funcionários do CDP devido à denúncia. “Eles falam que estão passando fome, dormem sem cobertor e que estão sofrendo demais. Estão reclamando muito. Está muito difícil lá para eles”, comenta uma das mulheres.
Outra mulher, que é mãe de um detento, diz que o filho também tem reclamado. “A situação está lastimável lá dentro. Eu sei que quem deve à sociedade tem que pagar pelo erro cometido, mas acho que não é assim. Quem quiser conhecer a porta do inferno é só chegar lá. Lá está o inferno verdadeiro na vida daqueles meninos”, diz a mãe.
A reclamação dela se junta à de outra mãe. “Eu preferia ver meu filho no meio de casa do que ver naquele sofrimento. Como mãe eu preferiria até que Deus recolhesse meu filho. Ver ele sofrendo e eu não poder fazer nada... sabendo que aqui fora eu trabalho, tenho condições de mandar o que ele comer, o que beber”, ressalta.
O CDP foi inaugurado no último 4 de fevereiro. A unidade prisional faz parte do projeto do governo estadual de desativação das cadeias das cidades que sofriam com a superlotação. Dois meses depois, o local já tem 194 acima da capacidade.
De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), as denúncias das mulheres não procedem. Já sobre a superlotação, a secretaria informou que o excesso de detidos ocorreu porque foi feito o esvaziamento das cadeias da região, ou seja, os presos que estavam na cadeia foram levados para o CDP.
No entanto, ainda segundo a SAP, o governo busca alternativas para acabar com o problema.
fonte: G1
quarta-feira, 13 de março de 2013
Marcos Willian Herbas Camacho, ( Marcola ) é sentenciado a 160 anos de reclusão
O Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) confirmou nesta quarta-feira (13) a condenação de Marcos Willian Herbas Camacho, conhecido como Marcola, a 160 anos de reclusão por ser um dos mandantes das mortes ocorridas em rebelião na Casa de Detenção São Paulo (Carandiru), na zona norte da capital, em 2001. A sentença foi dada pelo 2.º Tribunal do Júri de São Paulo, há exatamente uma semana.
Marcola foi apontado como integrante facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). "Nesta condição", escreve na sentença o juiz de direito Alexandre Andreta dos Santos, "e com o auxílio de terceiras pessoas, todas sob o seu comando, perpetrou, como mentor, o motim conhecido como 'mega Rebelião', movimento este que, de forma simultânea, conseguiu rebelar quase a totalidade dos presídios do Estado de São Paulo".
Marcola foi condenado por participação em oito crimes de homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, uso de meio cruel e uso de recursos que dificultaram a defesa da vítima) e mais quatro crimes de constrangimento ilegal. Na sentença, o juiz relata que "o acusado, juntamente com terceiros, detinha o domínio do fato, mentor intelectual que se serve de outras pessoas, conhecedoras da ilicitude das suas ações, para executar, às suas ordens, os diversos crimes objetos da presente ação".
De acordo com a denúncia, as mortes ocorridas durante a megarrebelião foram ordenadas por Marcola, Edmir Vollete, Edmir Armando Alfenas, Marcos Magalhães dos Santos, Ronie Rodrigues Santiago e Cesar Augusto Roriz Silva. O promotor responsável pelo caso, Norberto Joia, explica que Vollete e Alfenas também foram condenados como mandantes em dezembro de 2012, a 197 anos e 148 anos de reclusão, respectivamente. Os outros três acusados já faleceram.
Na semana passada, Marcola não quis ser trazido da Penitenciária de Presidente Venceslau (SP) para acompanhar o julgamento.
fonte: IG Último Segundo
Instalação de presídio em Catanduva SP é discutida
A instalação de uma unidade prisional em Catanduva foi tema de reunião entre Prefeitura e representantes da sociedade civil, na tarde de ontem. O assunto foi debatido e integrantes de vários setores da cidade puderam expor suas opiniões. Cerca de 40 pessoas participaram da reunião, dentre elas o Bispo Dom Otacílio Luziano da Silva, presidentes de sindicatos, Lojas Maçônicas e Lions Catanduva.
O prefeito Geraldo Vinholi (PSDB) voltou a informar sobre a abertura do Governo do Estado em conversar sobre o assunto e reforçou a importância em se debater com a sociedade.
Na reunião, o prefeito afirmou que Catanduva ainda possui uma grande lotação na Cadeia Pública e que manda diariamente presos para outros municípios, com isso, pelo menos duas viaturas ficam disponíveis para o transporte de presos, segundo ele, que poderiam ser usadas para rondas ostensivas.
Uma das preocupações apontadas é que como se trata de um projeto de regionalização, Catanduva poderia não ter a unidade em área do município, mas muito próximo. Fazendo com que a cidade arque com as despesas e outra cidade receba os benefícios.
“Caso digamos não e pela grande demanda existente no que diz respeito ao sistema penitenciário, corremos o risco de uma cidade vizinha aceitar, receber respaldo do Estado, gerar empregos, ter aumento na segurança, deixando o ônus para Catanduva no que se diz respeito ao resto”, apontou um dos membros da Maçonaria.
Dom Octacílio Luziano da Silva, que faz parte da Pastoral Carcerária Estadual, mas que em anos anteriores vestiu a camisa, literalmente, do movimento contra o presídio, apontou que a unidade prisional é um bem necessário e afirmou ser justo ter a unidade, uma vez que a cidade também gera presos e precisa comportá-los. “Vejo o presídio como necessário, porém, para que venha para Catanduva ele precisa receber presos regionais e não de outras localidades e também ser composto pelo regime fechado. Não podemos fugir de algo que se faz necessário. Creio que a sociedade tem de ponderar, pois vejo mínimos impactos negativos. Temos de lutar para que ele atenda a necessidade de Catanduva”, comentou o Bispo Dom Octacílio.
Segundo a assessoria de Comunicação, nesta semana outra reunião será agendada, mas ainda não tem data definida.
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) reafirmou ontem a necessidade do Estado em construir mais unidades prisionais e também a construção do presídio em Catanduva.
O chefe do Executivo estadual informou durante coletiva à imprensa, que existe a possibilidade de alterar o projeto de construção – de semi-aberto para regime fechado – e garantiu que a cidade terá outros benefícios, com a vinda do presídio. Nem nenhum momento da entrevista, Alckmin afirmou estar aberto ao diálogo e considerar a possibilidade da não construção da unidade prisional.
O governador ainda reforçou que a área já foi escolhida e não fica tão próxima ao município. “Não podemos mais ter presos em distritos ou cadeias”, reforçou.
Alckmin reforçou ainda que se alguma cidade quiser que seja instalada uma unidade prisional terá benefícios do governo, em troca.
Quando houve a primeira declaração de utilidade para a construção do presídio, o prefeito de Novais, Silvio Arruda, teria ido até São Paulo e se mostrado interessado em que a unidade prisional fosse construída em área do município, no entanto, o Governo do Estado não aceitou as áreas indicadas por Silvio Arruda.
O decreto do governador, que declara a área próxima a rodovia Comendador Pedro Monteleone (SP-351) como de utilidade pública para desapropriação, foi publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo, no dia 5 de março.
fonte: O Regional on line
Presos perigosos são transferidos de SP para presídio federal em Rondônia
Doze presos considerados perigosos foram transferidos de São Paulo para um presídio federal em Rondônia. Por medida de segurança, os policiais que participaram da operação não são identificados na reportagem.
Ainda de madrugada, os presos foram retirados da penitenciaria Adriano Marrey, em Guarulhos, sem saber para onde estavam sendo levados. O comboio seguiu escoltado para a base aérea de Cumbica.
Os 12 homens são acusados de participar de crimes contra policiais em São Paulo.
Divididos em dois grupos e algemados uns aos outros, os presos foram levados para o avião cargueiro da Força Aérea Brasileira.
De lá, os homens vão para o presídio federal de Porto Velho, em Rondônia. A intenção da Secretaria de Segurança é que a distância consiga isolar bandidos que, mesmo presos, continuavam a comandar crimes em São Paulo.
Segundo o governo paulista, dois dos transferidos desta sexta são chefes da facção criminosa que atua nos presídios do estado. E todos participaram de ataques contra policiais que ocorreram entre julho e dezembro do ano passado. Ao todo, 18 criminosos já foram transferidos para Porto Velho desde que os governos federal e de São Paulo fizeram uma parceria para combater o crime organizado.
A Secretaria de Segurança planeja mandar mais seis nos próximos dias.
“Isso dificulta a comunicação dessas pessoas que participam desses crimes hediondos.
E, portanto, é uma atitude correta e esperada do estado de agir com rigor nesse casos”, disse Fernando Grella, secretário de segurança de São Paulo.
O avião da FAB deixou Guarulhos às 8h10 da manhã para uma viagem que iria durar oito horas até Porto Velho.
fonte: JN - G1
Ainda de madrugada, os presos foram retirados da penitenciaria Adriano Marrey, em Guarulhos, sem saber para onde estavam sendo levados. O comboio seguiu escoltado para a base aérea de Cumbica.
Os 12 homens são acusados de participar de crimes contra policiais em São Paulo.
Divididos em dois grupos e algemados uns aos outros, os presos foram levados para o avião cargueiro da Força Aérea Brasileira.
De lá, os homens vão para o presídio federal de Porto Velho, em Rondônia. A intenção da Secretaria de Segurança é que a distância consiga isolar bandidos que, mesmo presos, continuavam a comandar crimes em São Paulo.
Segundo o governo paulista, dois dos transferidos desta sexta são chefes da facção criminosa que atua nos presídios do estado. E todos participaram de ataques contra policiais que ocorreram entre julho e dezembro do ano passado. Ao todo, 18 criminosos já foram transferidos para Porto Velho desde que os governos federal e de São Paulo fizeram uma parceria para combater o crime organizado.
A Secretaria de Segurança planeja mandar mais seis nos próximos dias.
“Isso dificulta a comunicação dessas pessoas que participam desses crimes hediondos.
E, portanto, é uma atitude correta e esperada do estado de agir com rigor nesse casos”, disse Fernando Grella, secretário de segurança de São Paulo.
O avião da FAB deixou Guarulhos às 8h10 da manhã para uma viagem que iria durar oito horas até Porto Velho.
fonte: JN - G1
Possível presídio em Catanduva, SP, gera revolta em moradores
O decreto do governo do Estado de São Paulo que determinou a desapropriação de uma área em Catanduva (SP) para a construção de uma unidade prisional vem causando medo na cidade. Quem mora por perto não gostou nada da novidade.
A área que será desapropriada fica perto da Rodovia Comendador Pedro Manteleone, a SP-351; são mais de 175 mil metros quadrados. A Secretaria de Administração Penitenciária não informou ainda que tipo de unidade prisional será instalada no local.
Mesmo distante da cidade, os moradores estão preocupados e temem que a violência aumente na cidade. “Acho péssimo, ninguém quer, a população não quer porque vai afetar muito a cidade um presídio aqui”, afirma a aposentada Olinda Borges.
Desde que o decreto foi publicado no Diário Oficial não se fala em outro assunto na cidade: e essa não é a primeira vez que a possibilidade de se construir um presídio na cidade gera polêmica. Em 2011, os moradores fizeram várias manifestações contra a instalação da unidade prisional.
Na época, os comerciantes da área central fecharam as portas em sinal de protesto. A população lotou uma das principais praças da cidade para participar de um ato ecumênico organizado por entidades, empresários e representantes das igrejas.
Amarildo Davoli, um dos líderes do movimento Alerta Catanduva, disse que todos foram pegos de surpresa com esse decreto, já que no passado o governador e o prefeito haviam garantido que isso não ocorreria. “Uma audiência pública com o atual governo de São Paulo prometeu para grupo que o presídio estava suspenso e o prefeito veio a público falar que o presídio estava cancelado”, afirma.
O aposentado Paulo Faccio tem 60 anos. Ele nasceu e passou a vida toda em Catanduva e assim como a maioria dos moradores ficou assustado com a notícia. “Acho que vai complicar para a cidade, porque vai vir muita gente para cá, pessoas que vão fazer visitas. Pode ser bom ou ruim, já que a criminalidade também pode aumentar”, diz.
O prefeito de Catanduva (SP), Geraldo Vinholi, esteve reunido nesta quarta-feira (6) com o secretário da Administração Penitenciária que ratificou a necessidade da construção do presídio. Vinholi disse que aguarda a intermediação de um deputado junto ao governador do estado para que a obra não seja realizada.
Sobre a promessa citada pelo integrante do movimento Alerta Catanduva, a assessoria do governador Geraldo Alckmin informou que ele estava viajando e não poderia responder. Vinholi também não comentou o assunto.
Além de Catanduva, mais uma cidade da região noroeste paulista pode ter uma penitenciária. A Secretaria de Administração Penitenciária já está avaliando áreas em Paulo de Faria (SP). Atualmente duas unidades prisionais estão em construção no noroeste, uma em Riolândia (SP) e outra em Icém (SP).
fonte: G1 Rio Preto
quinta-feira, 7 de março de 2013
Agente penitenciário tenta impedir assalto e acaba morto em Diadema
Um agente penitenciário foi morto durante uma tentativa de assalto em
frente a uma agência bancária em Diadema por volta das 12h50 desta
quinta-feira (7), de acordo com o Centro de Operações da Polícia Militar
(Copom) do ABC.
O suspeito abordou uma pessoa na saída do banco, na Avenida Antônio Piranga. O agente, que estava próximo, tentou intervir e foi baleado. De acordo com o Copom, a vítima morreu no local. O suspeito conseguiu fugir.
fonte: G1
O suspeito abordou uma pessoa na saída do banco, na Avenida Antônio Piranga. O agente, que estava próximo, tentou intervir e foi baleado. De acordo com o Copom, a vítima morreu no local. O suspeito conseguiu fugir.
fonte: G1
Esgoto de presídios de Ribeirão Preto está na mira do MP
O Ministério Público constatou irregularidades nas lagoas de
tratamento de esgoto do Centro de Detenção Provisória e Penitenciária de
Ribeirão Preto localizadas na zona Leste da cidade, área de recarga do
Aquífero Guarani, o maior manancial de água potável do planeta.
A Promotoria concedeu à SAP (Secretaria de Administração Penitenciária) 45 dias para regularizar a situação em setembro de 2012. O prazo foi prorrogado por mais 45 dias no início deste ano. Se nada for resolvido, o caso deve ir à Justiça.
As lagoas recebem o esgoto das duas unidades prisionais que abrigam 2.731 detentos, segundo números divulgados pela SAP, que aponta que ainda não foi notificada da ação do MP.
"Nós recebemos a denúncia por e-mail que falava sobre o cheiro de esgoto causado pelas fezes. Mandamos os nossos engenheiros vistoriar as lagoas de contenção e eles constataram irregularidades", diz a promotora Claudia Habib, do Gaema (Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente).
No laudo feito pelos técnicos do MP consta que as unidades não controlam o desempenho do tratamento de esgoto das lagoas. Apenas o entorno delas é capinado e são retirados óleo e graxos que se concentram na superfície da lagoa. Os resíduos são mandados para um leito de secagem e em seguida enviados para o rio Tamanduá.
O engenheiro Olavo Nepomuceno, do MP, afirma que se a água fosse devidamente tratada poderia ser usada para a agricultura.
Funcionários e familiares de presos dizem que o mau cheiro da lagoa é insuportável. "Nós ficamos sabendo quando os técnicos vieram vistoriar a área, mas até hoje não foi feito nada. Continua tudo do mesmo jeito. Quem sofre é quem trabalha aqui", diz um agente penitenciário, que não quis se identificar.
A mulher de um preso, que não quer ser identificada, também relata o problema. "Tem final de semana que fica insuportável. Eles falam que tratam do esgoto, mas não fazem nada."
fonte: Jornal A Cidade
créditos: Jucimara de Pauda
A Promotoria concedeu à SAP (Secretaria de Administração Penitenciária) 45 dias para regularizar a situação em setembro de 2012. O prazo foi prorrogado por mais 45 dias no início deste ano. Se nada for resolvido, o caso deve ir à Justiça.
As lagoas recebem o esgoto das duas unidades prisionais que abrigam 2.731 detentos, segundo números divulgados pela SAP, que aponta que ainda não foi notificada da ação do MP.
"Nós recebemos a denúncia por e-mail que falava sobre o cheiro de esgoto causado pelas fezes. Mandamos os nossos engenheiros vistoriar as lagoas de contenção e eles constataram irregularidades", diz a promotora Claudia Habib, do Gaema (Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente).
No laudo feito pelos técnicos do MP consta que as unidades não controlam o desempenho do tratamento de esgoto das lagoas. Apenas o entorno delas é capinado e são retirados óleo e graxos que se concentram na superfície da lagoa. Os resíduos são mandados para um leito de secagem e em seguida enviados para o rio Tamanduá.
O engenheiro Olavo Nepomuceno, do MP, afirma que se a água fosse devidamente tratada poderia ser usada para a agricultura.
Funcionários e familiares de presos dizem que o mau cheiro da lagoa é insuportável. "Nós ficamos sabendo quando os técnicos vieram vistoriar a área, mas até hoje não foi feito nada. Continua tudo do mesmo jeito. Quem sofre é quem trabalha aqui", diz um agente penitenciário, que não quis se identificar.
A mulher de um preso, que não quer ser identificada, também relata o problema. "Tem final de semana que fica insuportável. Eles falam que tratam do esgoto, mas não fazem nada."
fonte: Jornal A Cidade
créditos: Jucimara de Pauda
Princípio de rebelião é contido na penitenciária de Montalvão
Um tumulto entre detentos da Penitenciária "Wellington Rodrigo Segura" de Montalvão, distrito de Presidente Prudente, deixou a unidade em alerta durante a manhã desta terça-feira (5). Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), três presos teriam empurrado a porta da cela contra um agente e todos os outros começaram a se confrontar.
Ainda conforme a SAP, o agente fazia a transferência dos detentos das celas para o setor de escola, mas conseguiu chamar reforços e o tumulto foi contido, evitando uma rebelião.
No entanto, um dos internos foi levado com urgência e com ferimentos graves ao Hospital Regional de Prudente. Além dele, outros três que se feriram levemente também foram levados ao HR. No entanto, o estado de saúde dos internos não foi divulgado.
Já o agente que estava no início da ação não se feriu, bem como todo o reforço.
Por meio de nota, a SAP informou que “o que ocorreu foi um ato indisciplinar”, e que por isso, “foi instaurado um procedimento apuratório disciplinar em desfavor dos reeducandos agressores, que serão removidos da unidade.”
O presídio, que tem capacidade para 630 presos, possui hoje 900 detentos.
fonte: iFronteira.com
Comédia Americana: Ladrão esquece correspondência no local do roubo e é preso pouco depois
A polícia de Hemet, no estado da Califórnia (EUA), não teve muitos problemas para encontrar e prender um homem que havia roubado alguns itens de um mercado local, já que o criminoso deixou uma correspondência no local contento seu nome e endereço completos.
Salvador Barnes, de 31 anos alegou ao dono da loja que estava armado e, em seguida, deixou o estabelecimento levando algumas mercadorias consigo, de acordo com o jornal “Press Enterprise”.
Os oficiais encontraram a correspondência, foram até o endereço indicado na carta e encontraram Salvador dentro de sua residência. O homem ainda tentou fugir, todavia, acabou sendo detido após uma curta perseguição. Barnes foi preso por roubo e detido sem fiança estabelecida.
fonte: G1
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